Os conselheiros Domingos Brazão e José Maurício Nolasco tiveram concedido, pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ, o direito de tirarem 360 dias de férias, referentes aos anos de 2017 a 2022. O período corresponde ao tempo em que os dois não desfrutaram do benefício, já que estiveram afastados do cargo por suspeita de fraude e corrupção.
Brazão, Nolasco e mais outros três conselheiros, chegaram a ser presos temporariamente em 2017, na Operação Quinto do Ouro, um desdobramento da Operação Lava-Jato no Rio.
A Justiça determinou à época que os cinco ficariam afastados das funções. Em 2021, os conselheiros Brazão, Nolasco, José Gomes Graciosa, Marco Antônio Alencar e Aloysio Neves puderam retornar ao tribunal após decisões favoráveis no Supremo Tribunal Federal (STF).