Cachoeira atrai turismo religioso

A vocação da Bahia para o turismo religioso terá uma nova oportunidade de manifestar-se durante a festa anual da Irmandade da Boa Morte, em Cachoeira, a Cidade Heroica, no Recôncavo baiano.

Os grupos já começam a formar-se visando às visitas programadas para 15 de agosto, unindo, em uma mesma proposta, o conhecimento da devoção bicentenária em meio ao trajeto tendo como exuberante cenário o casario histórico do município.

O pacote de atrativos não pode deixar de incluir a tentativa de síntese do protagonismo cachoeirano nas lutas pela independência do Brasil à atual era bem representada pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).

Do martírio do Tambor Soledade, alvejado por canhoneira portuguesa, quando Cachoeira levantou-se contra Lisboa, à organização das tropas civis improvisadas como “exército libertador”, o passeio ganha viés de um aulão de história pela via da atividade turística.

Ancestralidade Aspectos autorizados para divulgação pela Irmandade da Boa Morte, respeitado o sigilo dos ritos internos da secular instituição, podem ampliar os horizontes de quem se dispõe a acompanhar, pele a pele, o cortejo das senhoras pretas empunhando archotes.

– Para conhecer bem e de perto, só indo a Cachoeira para acompanhar a força da ancestralidade nas orações, na indumentária e a cada passo das integrantes da Irmandade – afirma o organizador de uma das caravanas em fase de fechamento das inscrições, partindo de Salvador, o cartunista e estudioso de história da Bahia, Paulo Serra.

 

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