O Bahia se consagrou, neste domingo (23), campeão baiano de 2025 ao empatar em 1 a 1 com o Vitória, no Barradão. Com o resultado, o Tricolor garantiu o 51º título estadual de sua história, graças à vantagem no primeiro jogo da decisão. A conquista marca também a primeira taça do técnico Rogério Ceni no comando da equipe.
No duelo de ida, realizado na Arena Fonte Nova, o Bahia havia vencido por 2 a 0, resultado que lhe permitia até perder por um gol de diferença para erguer a taça. O Vitória, por sua vez, precisava de um triunfo por pelo menos dois gols para levar a decisão aos pênaltis, ou três para conquistar o título no tempo normal.
Jogo marcado por tensão e confusões
A final começou em clima de forte rivalidade e nervos à flor da pele. O Vitória, jogando em casa e precisando do resultado, tentou impor uma postura mais ofensiva desde os primeiros minutos, dominando a posse de bola. No entanto, encontrou dificuldades para criar chances claras diante da defesa bem postada do Bahia.
O Tricolor, por sua vez, apostou nos contra-ataques e quase abriu o placar logo aos 7 minutos. Everton Ribeiro lançou Ademir, que dividiu com o goleiro Lucas Arcanjo, mas a bola acabou saindo. A melhor oportunidade do Vitória na etapa inicial veio aos 43 minutos, quando Matheusinho acertou o travessão em cobrança de escanteio.
No segundo tempo, o Rubro-Negro aumentou a pressão e levou perigo ao gol de Marcos Felipe. Aos 13 minutos, Janderson cabeceou forte, exigindo grande defesa do goleiro do Bahia. Três minutos depois, o atacante voltou a tentar de cabeça, mas Marcos Felipe brilhou novamente.
A insistência do Vitória foi premiada aos 38 minutos, quando Claudinho cruzou na área e Carlinhos desviou de cabeça, vencendo Marcos Felipe para abrir o placar. A partir desse momento, o jogo saiu do campo técnico e passou a ser dominado por confusões e tensão.