ACM Neto lidera primeira pesquisa para governo do Estado

O presidente Nacional do DEM E Ex-prefeito de Salvador, ACM Neto largou na frente em todos os cenários da primeira pesquisa eleitoral feita em 2021 para a sucessão ao governo da Bahia. Segundo o instituto Paraná Pesquisas, que fez a pesquisa em parceria com o site Bahia Notícias, o democrata lidera, quando existem seis possíveis concorrentes, com 49,3% das intenções de voto, percentual bem superior ao do segundo colocado, o senador Jaques Wagner (PT), que tem 21,4%.

Na sequência aparecem o senador Otto Alencar (PSD), com 3,9%, Doutora Raissa (PSL), também com 3,9%, o vice-governador João Leão (PP), com 2,5%, além dos vereadores Alexandre Aleluia (DEM), com 0,6%, e Marcos Mendes (PSOL), com 0,5%. Nulos e brancos somam 12,5% e 5,3% não sabem ou não responderam.

A pesquisa, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 2%, entrevistou por telefone 2002 eleitores em 186 municípios de todas as regiões do estado. O levantamento foi feito entre os dias 20 e 24 de março.

Cenários – Em um cenário sem as presenças de João Leão e Alexandre Aleluia, ACM Neto tem 51,9% das intenções de voto, contra 24,2% de Wagner, 4,2% de Raissa Soares e 0,8% de Marcos Mendes. Quando os nomes são apenas o do ex-prefeito e o do senador, configurando um eventual segundo turno, o democrata figura com 56,5% contra 25,8% do petista.

ACM Neto lidera em todos as faixas de corte da pesquisa: entre homens, mulheres, por idade e grau da escolaridade. Esse desempenho do democrata se repete nos três cenários do levantamento.

Potencial eleitoral – A pesquisa perguntou ainda se o eleitor, independentemente do seu candidato atualmente, votaria em ACM Neto para governador, e 32,4% responderam que com certeza; 43,2% que poderiam votar; 20,8% disseram que de jeito nenhum; 2% que não o conhece suficientemente para opinar; e 1,5% não sabe ou não opinou.

Em relação a Wagner, 44,7% dos entrevistados disseram que não votariam no petista de jeito nenhum; 11,6% votariam com certeza; 38,7% poderiam votar; 3% não o conhecem suficientemente para opinar; e 2% não souberam ou não opinaram.

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