Cachoeira e São Félix: Estragos do acidente com a Ponte Dom Pedro II chama atenção da população

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O atraso na reforma da Ponte Dom Pedro II, um dos principais cartões-postais do Recôncavo baiano inaugurada no século 19, se arrasta há 05 anos. O acidente com o descarrilamento do trem que aconteceu na madrugada dessa terça-feira (07) mostrou que a Ponte precisa de atenção especial tanto da empresa responsável, VLI Logística, quanto as autoridades municipais.
Não bastasse o perigo que representa o movimento diário de centenas de vagões por Cachoeira e São Felix, passando algumas vezes muito próximo a centenas de residências, a empresa não tem cumprido as exigências de segurança no que se refere à manutenção da linha. No bairro do Virador, de grande concentração popular e por onde circulam milhares de pessoas todos os dias, os trilhos estão fixados inadequadamente nos dormentes, sem o necessário número de parafusos por peça, conforme pode se ver nas fotos.


Por meio de nota, a VLI, concessionária da linha férrea, lamentou o transtorno causado para quem usa a ponte. A companhia também informou nesta quarta que as equipes trabalharam durante toda a noite para a retirada dos vagões. Apenas pedestres e motos passam pelos lados da ponte, mas sob supervisão da equipe da VLI. Veículos maiores precisam fazer um percurso de nove quilômetros para chegar até São Félix, passando pela ponte do Rio Paraguaçu.

 

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