“Combate à miséria e à fome será a cara do governo”, diz Florence

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O secretário da Casa Civil da Bahia, Afonso Florence (PT), que assume a pasta nesta terça-feira, 3, durante a cerimônia de posse do secretariado do governador Jerônimo Rodrigues (PT) falaram a respeito da marca que a nova gestão quer deixar para a Bahia.

O governo Jerônimo coincidirá com o do presidente Lula. Durante os períodos de governos do PT, nós tiramos o Brasil do mapa da fome do mundo. Infelizmente nos governos que sucederam aos governos do PT o Brasil voltou a conviver com a miséria e com a fome. O presidente Lula tem anunciado uma prioridade para o combate à fome, para retomar as funções básicas da qualidade de vida do nosso povo. E estamos muito alinhados [com isso]”, conta Florence.

O titular que assume a Casa Civil, aponta ainda que grandes pautas globais, que têm a participação do Brasil serão foco de preocupação da gestão baiana no que cabe ao estado.

A Casa Civil tem a atribuição de coordenar as ações prioritárias para o governador assumir o mandato com uma intervenção pública baseada no programa de governo participativo e na projeção de novas prioridades, proporcionalmente ele anunciará, mas ele já tem dito que além do combate à fome, o apoio à agricultura familiar, a sustentabilidade ambiental nesse momento que todo mundo se preocupa [com essas questões] e tem que tomar providências, para mitigar as mudanças climáticas e o impacto negativo do aquecimento global na vida das pessoas. Por isso, eu considero que essas são algumas prioridades que ele tem feito a alusão”, explica.

O deputado federal baiano, com ampla experiência no Congresso Nacional, falou ainda do que espera para a governabilidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sem ter uma maioria garantida na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

“Minha expectativa é positiva porque a política volta a estar nas relações entre os Poderes. Presidente Lula não tem maioria, mas aprovou a PEC do Bolsa Família. Isso é uma demonstração que a política regendo a relação entre os Poderes ao invés da violência, da agressão, que era o que havia como método do governo anterior. É possível persuadir, convencer, óbvio, negociando com o Congresso para a aprovação dessas estratégias. A minha expectativa é positiva”, avalia Florence.

Atarde

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