Mais de dois anos após Rui pagar R$ 60 milhões, nova rodoviária é obra de papel

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Mais de dois anos após gastar R$ 60 milhões na compra do terreno escolhido para abrigar a nova rodoviária de Salvador, projeto vendido como parte do pacote de obras “Tamanho G” do estado, o governo Rui Costa (PT) não ergueu uma só parede na área situada em Águas Claras e nem apresentou qualquer sinal concreto de quando começará a construção. A longa pausa e o silêncio contrastam com o empenho dispensado pelo Executivo para acelerar o pagamento aos donos do terreno, cujo valor foi repassado de forma antecipada em 2019, sem que a prefeitura tivesse cancelado o acordo que lhe garantia a posse sobre parte da propriedade, processo concluído em 7 de janeiro de 2020.

Real, só a conta
O pedido de alvará para construir o terminal só foi protocolado na Secretaria de Desenvolvimento e Urbanismo da capital em 31 de agosto do mesmo ano e concedido três meses depois, em meio à promessa de Rui de iniciar a construção ainda em 2020. De lá para cá, virou obra “Tipo P”, de papel, mas bancada pelo bolso do contribuinte.

Correio

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