Menos de 2% das instituições de graduação alcançam nota máxima em avaliação do MEC

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1,9%. Esse foi o percentual dos cursos superiores avaliados pelo Ministério da Educação (MEC) no ano passado que receberam nota máxima. As informações do Conceito Preliminar de Curso (CPC) foram divulgadas nesta sexta-feira (24) para consulta das universidades. Para o público, no entanto, os dados estarão disponíveis na segunda-feira (27) no sistema e-MEC (http://emec.mec.gov.br/).

O CPC considera quatro critérios para avaliar a qualidade dos cursos de graduação, são eles: o desempenho dos formandos no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes); o que a graduação agregou ao aluno; o corpo docente; e a opinião dos alunos sobre o curso (currículo, infraestrutura e atividades fora de sala de aula). As notas ficam entre 1 e 5.

Ao todo, 4.196 cursos — de áreas de saúde e ciências agrárias ou aos eixos tecnológicos em ambiente e saúde, produção alimentícia, recursos naturais, militar e segurança — foram analisados.

Apenas 0,4% dos cursos (15) tiveram nota 1; 7% (293), nota 2; 50,5% (2.117), nota 3; 40,3% (1.690), nota 4; e 1,9% (81), nota 5. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), os que tiveram notas abaixo da média muito provavelmente vão receber visitas de técnicos do MEC para avaliar o resultado.

As instituições públicas foram as que tiveram os melhores desempenhos.

Do Metro1

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