PF: militares da ativa pressionaram Exército para participar de golpe

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram
LinkedIn

A Polícia Federal identificou o nome de dois militares da ativa em um documento recebido pelo coronel Mauro Cid, em 28 de novembro de 2022, véspera de uma carta de oficiais que tinha o objetivo de pressionar o Exército a apoiar um suposto golpe de Estado no Brasil.
Identificados como coronel Giovani Pasini e coronel Alexandre Castilho Bitencourt da Silva, os militares teriam contribuído na redação do documento enviado ao comandante do Exército, general Marco Antônio Freire Gomes, pedindo uma postura radical diante dos pedidos de golpe para manter a presidência de Jair Bolsonaro (PL).

As informações, que estão no relatório da Polícia Federal, ajudaram a embasar os pedidos de prisão e buscas, contra ex-ministros e militares suspeitos de organizarem um golpe de Estado após a derrota de Bolsonaro para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O coronel Giovani Pasini pediu licença do Exército em 2022 para tentar ser deputado estadual pelo Rio Grande do Sul no partido Patriota, mas não foi eleito. Após retornar a Força, pediu para ir para a reserva.

ATarde

Veja também: