A taxa de desemprego na Bahia cresceu 10,9% no 1ª trimestre de 2025, tornando o estado o detentor da segunda maior taxa de desocupação do Brasil. Apesar deste cenário, a taxa foi a menor para um 1º trimestre nos 13 anos de série histórica, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) Trimestral, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Por quarto trimestre consecutivo, a Bahia permaneceu tendo a 2ª taxa de desocupação mais alta entre os 27 estados, abaixo apenas da registrada em Pernambuco (11,6%). A taxa de desemprego no estado também seguiu bem acima da taxa nacional (7,0%).
Neste ano, o número de pessoas desempregadas na Bahia foi de 780 mil – 60 mil pessoas a mais do que no último trimestre de 2024. A população ocupada ficou em 6,364 milhões de pessoas, recuando 2,4% frente ao trimestre anterior, quando havia sido de 6,522 milhões.
Porém, na comparação com o 1º trimestre de 2024 (quando 6,038 milhões de pessoas estavam ocupadas), a população que trabalhava na Bahia seguiu em alta (+5,6%), com um saldo de mais 326 mil trabalhadores em um ano.
Mulheres foram mais afetadas
Na Bahia, mulheres representaram o maior número de pessoas desocupadas no primeiro trimestre de 2025. Neste ano foram registradas 6.477 mil mulheres desempregadas e 5.892 mil homens com idade para trabalhar;
Tem mão de obra, mas falta oportunidade
Neste ano, o número de pessoas desocupadas na Bahia foi de mais 60 mil pessoas, frente ao 4º trimestre de 2024, chegando a 780 mil pessoas que estavam desempregadas, procuraram por emprego e teriam assumido, caso tivessem oportunidade.
Atarde
Foto: Edilson Lima | Ag. A TARDE | 24.01.2017