A denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, revela que o grupo criminoso liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realizava um monitoramento detalhado do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
As investigações indicam que o grupo tinha conhecimento até mesmo da posição exata em que o magistrado se sentaria durante a cerimônia de diplomação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizada em 12 de dezembro de 2022.
As informações foram divulgadas na denúncia apresentada na noite da última terça-feira (18). Segundo Gonet, o plano para assassinar o ministro fazia parte de uma operação chamada “Copa 2022”.