Como havia anuciado anteriormente o candidato a prefeito de Santo Amaro, José Leonardo Pimentel Cavalcanti, o Leozinho PT, 45 anos foi diagnosticado com uma grave doença que o retirou das ruas em plena campanha. Confira os detalhes na coluna do jornalista Levi vasconselos.
Santo Amaro da Purificação, a terra de Caetano Veloso, Maria Bethânia e Jorge Portugal, também de Assis Valente (autor da famosa Boas Festas), Teodoro Sampaio e Amélia Rodrigues, ambos nomes de cidades, sempre foi palco e cenário de muito boas histórias, agora também.
Lá, Ricardo Machado governou o município de 2009 a 2016, quando tentou eleger o vice Leo Pacheco, que em agosto, já com a campanha em andamento, saiu da cadeia, acusado de corrupção. Mesmo assim ele insistiu. Perdeu.
Ganhou Flaviano Bonfim (PP). Em 2020 Ricardo retomou o jogo. Complicado com contas rejeitadas, venceu a eleição com a esposa Alessandra Gomes (PSD), por apenas 100 votos de vantagem.
Céu e inferno —É a partir daí que a história ganha contornos dramáticos. Alessandra ainda é prefeita, mas totalmente fora do jogo. Inicialmente fez fama por passeios em points famosos do planeta, como Bariloche, na banda argentina da Patagônia. Depois, um câncer a atacou e ela quase saiu de cena.
Como prefeita, cumpre expediente de rotina e só. Não vai nem às datas cívicas. Enquanto o marido e líder político Ricardo Machado providenciou outro candidato, José Leonardo Pimentel Cavalcanti, o Leozinho PT, 45 anos.
Outra interferência dramática. Leozinho sentiu-se mal, foi ao médico, câncer no intestino. Recebeu alta, recaiu, e agora faz campanha vezes na rua, vezes pelo telão. E Flaviano Bonfim (UB) liderando.
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